- Vamos procurar a casa de madeira!
- Eu não vou!
Ele olhou em volta e só viu mato. Olhou para cima e viu o foguete de papelão preso nos galhos da árvore.Em seguida olhou para ela e viu que estava com a varinha mágica na mão falando:
- Você se esqueceu de que eu sou uma fada e tenho o poder de transformar as coisas. Vou voltar para as estrelas e com elas ficar brilhando.
O menino parecia não acreditar no que estava ouvindo, Tudo estava acontecendo rápido demais.
Num simples toque a Fadinha voou e com uma luz dourada passou entre os galhos da árvore quase tocando no foguete de papelão e desapareceu no céu azul.
Sozinho ele ficou triste e quase chorou. depois parou quietinho, meditou por uns segundos ouvindo o barulho atraente das águas de uma cachoeira e foi para lá.
O caminho estava encharcado com poças de água que molhavam todo o seu pé e faziam um barulho assim: Ploff! Ploff! Ploff! Ploff! em cada passada.
Logo atrás das moitas de uma mata fechada o menino avistou a casa de madeira. Era quase que inacreditável o que ele encontrou, a casa era a mesma do sonho, só não havia o homem velho na escada de entrada.
Da varanda dava para ver as águas da cachoeira caindo e fazendo uma nuvem de água se perdendo em pontos escuros da noite que ia chegando.
O menino correu até a cachoeira, tirou a roupa e pulou pelado nas águas geladas.Nadou, nadou, nadou e apoiado a uma pedra de dentro da cachoeira, viu a noite chegar trazendo muitas estrelas.
A escuridão tomou conta do local deixando o menino inseguro, então ele saiu da água, pegou a roupa e saiu correndo pelado no escuro. Era um vulto pelado correndo com a roupa na mão em direção à casa para rapidamente se aquecer.
Já agasalhado foi para a varanda e sentou no degrau da escada. Acomodado e com muita saudade da Fadinha passou a observar o céu estrelado.Tantas estrelas brilhando e de repente ele percebeu que havia alguma coisa errada em um cantinho escuro. O menino percebeu que ali surgia uma estrelinha e corria, outra estrelinha e corria, isso se repetindo continuamente, Parecia que havia alguém cheio de dúvidas e pensando naquele local, como se estivesse jogando pedras em um lago.
Num simples toque a Fadinha voou e com uma luz dourada passou entre os galhos da árvore quase tocando no foguete de papelão e desapareceu no céu azul.
Sozinho ele ficou triste e quase chorou. depois parou quietinho, meditou por uns segundos ouvindo o barulho atraente das águas de uma cachoeira e foi para lá.
O caminho estava encharcado com poças de água que molhavam todo o seu pé e faziam um barulho assim: Ploff! Ploff! Ploff! Ploff! em cada passada.
Logo atrás das moitas de uma mata fechada o menino avistou a casa de madeira. Era quase que inacreditável o que ele encontrou, a casa era a mesma do sonho, só não havia o homem velho na escada de entrada.
Da varanda dava para ver as águas da cachoeira caindo e fazendo uma nuvem de água se perdendo em pontos escuros da noite que ia chegando.
O menino correu até a cachoeira, tirou a roupa e pulou pelado nas águas geladas.Nadou, nadou, nadou e apoiado a uma pedra de dentro da cachoeira, viu a noite chegar trazendo muitas estrelas.
A escuridão tomou conta do local deixando o menino inseguro, então ele saiu da água, pegou a roupa e saiu correndo pelado no escuro. Era um vulto pelado correndo com a roupa na mão em direção à casa para rapidamente se aquecer.
Já agasalhado foi para a varanda e sentou no degrau da escada. Acomodado e com muita saudade da Fadinha passou a observar o céu estrelado.Tantas estrelas brilhando e de repente ele percebeu que havia alguma coisa errada em um cantinho escuro. O menino percebeu que ali surgia uma estrelinha e corria, outra estrelinha e corria, isso se repetindo continuamente, Parecia que havia alguém cheio de dúvidas e pensando naquele local, como se estivesse jogando pedras em um lago.

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